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Sindvel alerta que reforma tributária dos Estados Unidos reduzirá competitividade das empresas do Vale da El

 Maior polo de tecnologia eletroeletrônica do país, que fica em Santa Rita do Sapucaí (MG), defende que o Governo brasileiro precisa atuar para evitar perda de competitividade dos produtos exportados; segundo sindicato, empresas norte-americanas ficarão mais atrativas para o mercado mundial; hoje o Vale exporta para 41 países e fatura R$ 3,2 bi ao ano

A redução dos impostos aprovada pela reforma tributária dos Estados Unidos pode impactar diretamente na economia brasileira, e, consequentemente, no maior polo industrial de tecnologia eletroeletrônica do país, o Vale da Eletrônica, localizado em Santa Rita do Sapucaí, no interior de Minas Gerais. A previsão é do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), que alerta que mesmo com os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de R$ 400 milhões, aportados neste ano, e de R$ 500 milhões, projetados para o ano que vem, as empresas brasileiras poderão perder competitividade frente às norte-americanas.

O presidente do Sindvel, Roberto de Souza Pinto, endossa a iniciativa dos Estados Unidos como fomento ao mercado interno norte-americano, mas afirma que o Brasil também precisa realizar a reforma tributária para se manter como player no novo cenário mundial. “As indústrias não serão competitivas sem o apoio do poder público. Enquanto o Governo não tiver visão de competitividade, o Brasil não será um país industrial. É uma decisão correta dos Estados Unidos porque vai levar de volta para o país a produção fabril, que vai empregar a população local. É isso que precisamos fazer também. Sabemos que o mercado ficará menor com a participação ainda mais forte dos EUA, mas vamos trabalhar de forma a garantir o padrão de qualidade e permanecer como exportador como sempre fomos”, diz.

Ainda segundo Roberto Souza Pinto, os Estados Unidos são destino de muitos produtos da área de tecnologia, fator que pode prejudicar as empresas do Vale da Eletrônica, cujo Arranjo Produtivo Local é essencialmente tecnológico. “Precisamos de decisões efetivas de Governo para manter a produtividade e a estabilidade econômica mantidas mesmo durante a crise. O Vale da Eletrônica é uma potência que precisa ser resguardada. Mantivemos o faturamento mesmo durante a recessão e conquistamos índices satisfatórios em relação aos demais setores da indústria. As empresas do Vale da Eletrônica seguraram os postos de trabalho, não reduziram jornadas e não fecharam nenhuma unidade, ao contrário, conquistaram novos nichos de mercado”, destaca Souza Pinto. Neste ano, as empresas do Vale da Eletrônica faturaram R$ 3,2 bilhões, montante equivalente ao obtido em 2016.

O Vale exporta atualmente para os principais blocos econômicos do mundo, como países da Ásia, Oriente Médio, União Europeia e Associação Latino-Americana de Integração (ALADI). Argentina, Hong Kong, Estados Unidos, Emirados Árabes, Bolívia, Peru, México, Equador, China, Chile são, nessa ordem, os maiores consumidores. Ao todo, 41 países importam produtos do Vale da Eletrônica.

Desafios

A preocupação do presidente do Sindvel é a mesma de outros empresários brasileiros. No entanto, em relação a Santa Rita do Sapucaí, os impactos dos mercados externos poderão quebrar uma sequência de crescimento e estabilidade mantidos há quase 10 anos. “De 2008 a 2014 registramos crescimento de 27% a 29%, ao ano. Depois da crise, houve uma estabilidade, mas não entramos em recessão. Isso se deu por causa da solidez e da credibilidade que os investidores têm na indústria local”, salienta Souza Pinto.

Mesmo com as mudanças nos Estados Unidos, o Vale espera crescer 12%, em 2018, no número de empregos e em receitas. Embora a projeção para o ano que vem seja positiva, as empresas do Vale da Eletrônica sinalizam outros desafios para continuarem crescendo. Entre eles, buscar investimentos privados e incentivos dos governos estadual e federal em meio à situação de contingenciamento. “Vamos continuar mobilizando empresas âncoras a investir em Santa Rita do Sapucaí, porque o Vale da Eletrônica é uma grande oportunidade de investimento. Aqui, as empresas já encontram uma cadeia produtiva completamente pronta e capaz de receber novas demandas. Temos mão de obra qualificada, garantia de menor risco e retorno financeiro rápido”, destaca Roberto Souza Pinto. O presidente do Sindvel enfatiza que enquanto uma empresa leva, em média, 36 meses para iniciar sua produção no país, no Vale ela começa a produzir em 60 dias.

A expectativa animadora para 2018 está baseada também na novo perfil do Vale, que a partir do início do ano se tornará um parque tecnológico aberto. “Isso vai possibilitar aos empresários financiamentos de montantes maiores com taxas de juros mais em conta”, antecipa Roberto Souza Pinto. Atualmente o Vale da Eletrônica produz mais de 15 mil produtos e emprega 14,7 mil pessoas, cerca de 29% da mão de obra da indústria eletrônica de Minas Gerais.

Perfil do Vale

Atualmente, o Vale desenvolve produtos nas áreas de Eletroeletrônica, Telecomunicações, Segurança, Radiodifusão, Eletromédicos, Energia, Automação industrial, predial e comercial, Tecnologia da Informação (TI), Sustentabilidade, Construção Civil, Defesa, Automotivo, Iluminação, Internet das Coisas (IoT), Tecnologias Educacionais e na prestação de serviços em locação de hardware com licenciamento de ferramentas de comunicação e produtividade.

Entre os produtos fabricados no Vale estão tornozeleiras eletrônicas e urnas eletrônicas. Além disso, há empresas que desenvolvem serviço de locação de hardware com licenciamento de ferramentas de comunicação e produtividade.

Algumas das inovações produzidas em Santa Rita do Sapucaí foram apresentadas, em setembro deste ano, durante a 14ª edição da Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel), uma das mais importantes da área. A Fivel é realizada a cada dois anos e promove a geração de negócios entre empresários, compradores, investidores, parceiros, órgãos governamentais, de diversos setores do país.

Exemplo para o Brasil

Santa Rita do Sapucaí é uma cidade de pequeno porte, com 43 mil habitantes, que pode servir de exemplo, principalmente no atual momento crítico vivido por diversas prefeituras e governos estaduais no país. Enquanto muitos municípios estão parcelando salários, atrasando o décimo terceiro, penduradas em dívidas e recorrendo a empréstimos para continuar prestando serviços essenciais, Santa Rita vive uma realidade diferente. A renda per capita dos moradores santa-ritenses é de R$ 31,6 mil, enquanto a média dos brasileiros gira em torno de R$ 27,9 mil ao ano. Lá, o município mantém os pagamentos em dia e entrará em 2018 com dinheiro em caixa. “Onde o setor industrial vai bem, a cidade também vai bem. Cria-se um efeito dominó positivo em cadeia, que repercute em diversos outros setores do município, como comércio e prestação de serviços, educação, saúde e qualidade de vida das pessoas”, conclui o presidente do Sindvel, Roberto Souza e Silva. Segundo a Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí, 60% do PIB local advém das indústrias de tecnologia.

Clipp Segs - Portal Nacional 

http://www.segs.com.br/info-ti/97313-sindvel-alerta-que-reforma-tributaria-dos-estados-unidos-reduzira-competitividade-das-empresas-do-vale-da-eletronica.html 

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