salg Cartier klokker

Associados

Son père, Fred Trump était un courtier true religion jeans outlet immobilier self-made qui possédait deux limousines avec chauffeur. La mère de Trump, Mary, était un immigrant écossais dont le père avait été un pêcheur. Il était une maison stricte où assermentation a été interdit. En dépit de leur richesse,canada goose sverige tous les enfants Trump ont été obligés de faire leur propre argent à travers des séries de papier et des emplois d'été.Shop Nike Serie - The Lastest Shoes Online Sale Donald était un enfant rebelle - à l'école primaire, il a frappé un enseignant "parce que je ne pense pas qu'il ne savait rien à propos de la musique."

SALA DE IMPRENSA

Notícias

Indústria mantém mobilização contra a alta de impostos

Setor espera que aumento do ICMS não seja aplicado

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) mantém a mobilização contra o aumento de 2% na alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) da gasolina e do álcool, que consta do Projeto de Lei 3.397/2016, aprovado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (Alemg) no dia 1º deste mês. De acordo com o presidente da Fiemg, Olavo Machado Junior, mesmo que o governador Fernando Pimentel (PT) sancione o projeto, é possível que o aumento do imposto – que só pode ocorrer no ano que vem – não seja aplicado. “Mesmo se aprovar o projeto, o governo pode optar em não aumentar a alíquota. Com o Refis (refinanciamento de dívida tributária, aprovado no mesmo texto), a arrecadação vai aumentar”, ponderou.

Segundo o presidente, houve a comunicação equivocada de que a Fiemg teria apoiado o aumento tributário. Ele informa que a federação apoiou o projeto original, que tratava exclusivamente do refinanciamento de dívidas tributárias. Mas o texto foi alterado e recebeu o aditivo alterando alíquotas do ICMS. “Cobramos uma maior eficiência do Estado ao invés de mais impostos”, disse Machado Junior.

O aumento dos impostos vem mobilizando sindicatos industriais em todo o Estado. O Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem no Estado de Minas Gerais (Sift-MG) é um dos que repudia aumento do imposto do combustível. “Nessa situação difícil que o País se encontra, com todo mundo fazendo economia para sobreviver a essa passagem dolorosa, a população é ‘premiada’ com pagamento de impostos a mais”, disse o presidente do sindicato, Fabiano Soares Nogueira.

Ele ressalta que o aumento do preço da gasolina impacta toda a cadeia produtiva. “A empresa que tem que pagar vale-transporte ao funcionário terá aumento de custo, que será transferido para a mercadoria”, exemplificou.  

Vice-presidente do Sindicato da Indústria de Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscom-MG), Geraldo Jardim Linhares Júnior disse que o sindicato é absolutamente contra qualquer medida que venha a aumentar o preço do produto final. “O aumento do imposto sobre combustível vai refletir no valor do frete e no preço do material básico, como areia, brita e cimento, impactando toda a cadeia produtiva”, ressaltou.

O Sindicato das Indústrias do Vestuário de Divinópolis (Sinvesd), no Centro-Oeste de Minas, também se posicionou contra o aumento da alíquota do ICMS dos combustíveis. Presidente do Sinvesd, Marcelo Ribeiro considera uma calamidade o aumento de impostos. “Compramos muita mercadoria fora do Estado e pagamos frete, que vai aumentar. Também há viagens dos representantes e todo o setor de entregas. E, no cenário de crise, as empresas já estão convivendo com outros problemas, como inadimplência alta”, disse.

Presidente do Sindicato das Indústrias da Panificação e Confeitaria de Uberaba (Triângulo Mineiro), Lilia da Costa Lima disse que o setor sofrerá muito com a medida, principalmente com o possível aumento do frete do transporte da farinha. “Quase toda a matéria prima do setor depende do transporte rodoviário”, ressalta.

Competitividade - Presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel Vale da Eletrônica), no Sul de Minas, Roberto de Souza Pinto disse ontem que os empresários não têm problema em pagar impostos, já que reconhecem a importância do tributo para a saúde e educação, entre outros. Para ele, a dificuldade é a perda da competitividade. Ele elogiou o governo mineiro, que beneficia o setor com regime especial de tributação. Mas reconhece o impacto negativo do aumento do ICMS do combustível, já que há segmentos da indústria que são ‘reféns’ do transporte. “Se o aumento do imposto encarece o transporte, encarece também a mercadoria”, disse.

Fonte:  Diário do Comércio - 13 de Junho de 2017 

Voltar ao topo Agenda, Notícias e Eventos Parceiros, Editais e Documentario